Este blog está sendo criado por Guilherme, Matheus e Nycolas do 8º ano B da EMEB Darcy Ribeiro, vamos falar um pouco sobre o tema Morte.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
a visão da morte em outros paises
No Brasil, o funeral costuma ser realizado em locais apropriados (geralmente, no serviço do próprio cemitério), a duração é de no máximo 48 horas após o falecimento. No dia 02 de Novembro, é o Dia de Finados, é quando relembramos nossos mortos, geralmente, com muito pesar.
O prazo de 48 horas é curto se comparado a outras culturas, a justificativa é que o clima tropical favorece a decomposição do corpo, mas, há quem diga que isto pode ser reflexo da visão que o brasileiro tem da morte e a relação com o falecido, e pode até influenciar em nossa recuperação pós-luto, gerando até conflitos mal-resolvidos.
Com base nas cenas que eu já presenciei em velórios, realmente, o sentimento mais forte é a dor e o desespero, neste caso, não vejo alternativa, senão abreviar o máximo a despedida final. Destaco, também, a necessidade que nós temos de tocar e beijar o nosso morto.
Com base nas cenas que eu já presenciei em velórios, realmente, o sentimento mais forte é a dor e o desespero, neste caso, não vejo alternativa, senão abreviar o máximo a despedida final. Destaco, também, a necessidade que nós temos de tocar e beijar o nosso morto.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
o significado da morte
Descobriremos o significado da morte, compreendendo a infelicidade e a angústia por ela causada. Quando alguém falece, manifesta-se um choque intenso a que chamamos sofrimento. Exemplo: vocês perdem alguém a quem grandemente amavam, em quem haviam confiado e que suas vidas enriquecia. Quando há sofrimento, sinal da pobreza do ser, buscamos para ele um remédio, o remédio que a religião nos oferece, a unidade final de todos os seres humanos, com muitas teorias que lhe diz respeito. Depois, há o narcótico espírita e o remédio confortável da idéia da reencarnação. Buscamos inúmeras fugas para a angústia causada pela morte de alguém a quem grandemente amamos. Estas fugas são apenas vias sutis para que possamos esquecer-nos de nós mesmos. Nossa preocupação não diz respeito a morte, mas sim, ao nosso próprio sofrimento. Só que o que acontece é que lhe chamamos de amor pelos mortos.
Descobriremos o significado da morte, compreendendo a infelicidade e a angústia por ela causada. Quando alguém falece, manifesta-se um choque intenso a que chamamos sofrimento. Exemplo: vocês perdem alguém a quem grandemente amavam, em quem haviam confiado e que suas vidas enriquecia. Quando há sofrimento, sinal da pobreza do ser, buscamos para ele um remédio, o remédio que a religião nos oferece, a unidade final de todos os seres humanos, com muitas teorias que lhe diz respeito. Depois, há o narcótico espírita e o remédio confortável da idéia da reencarnação. Buscamos inúmeras fugas para a angústia causada pela morte de alguém a quem grandemente amamos. Estas fugas são apenas vias sutis para que possamos esquecer-nos de nós mesmos. Nossa preocupação não diz respeito a morte, mas sim, ao nosso próprio sofrimento. Só que o que acontece é que lhe chamamos de amor pelos mortos.
Ora,
se vocês não buscam conforto, por mais sutil que ele seja, esse mesmo
sofrimento despertará a verdadeira inteligência de vocês, a única que
pode revelar o fluxo da realidade. Não estou arquitetando teorias, estou
me referindo ao que realmente tem lugar. Preocupados com a morte, vocês
se tornam conscientes da sua própria vacuidade, do seu vazio, da sua
solidão, e isto ocasiona a dor; e para se libertarem dessa angústia,
vocês buscam remédios, consolações. Vocês apenas procuram drogas de
escolhas para narcotizar as suas mentes. Assim, a mente torna-se escrava
dos ideais, das crenças, e a pesquisa sobre a idéia da reencarnação, no
mundo espírita, apenas conduz a maior escravidão. Tudo isto indica a
pobreza do ser. Para disfarçar a pobreza do ser, vocês procuram por
guias, moldes de conduta, sistemas de pensamento. Porém, jamais, poderão
disfarçá-la. Por mais que a mente se esforce para evitá-la, para
escapar a essa superficialidade, ela continuará a se expressar por
muitas maneiras. É importante que a mente não fuja por meio de qualquer
remédio e que defronte integralmente a sua própria vacuidade. Dado o
fato de que a maioria de vocês não a ter enfrentado completamente, vocês
não podem afirmar que haverá o nada, outra vacuidade. Vocês só
verificarão o que tem lugar, após a experiência, quando viverem desta
maneira. Quando vocês se tornarem plenamente conscientes, observarão
como a mente sempre está procurando evitar o profundo entendimento da
causa da tristeza; no entanto, é nesse pleno percebimento que
verdadeiramente, vocês dissiparão a causa.
Disfarçando
cuidadosamente a causa da vacuidade, que é o egoísmo profundo e sutil,
vocês pensam terem resolvido o problema da morte. O sofrimento é apenas a
indicação de uma mente estagnada e apegada, mas, em lugar de vocês
verificarem isso, apenas procuram outra forma de narcótico para
novamente adormecerem. Assim, a vida de vocês é um continuo despertar,
chamado tristeza, e novamente uma volta ao sono.
Quando
há sofrimento, vocês se previnem em não serem levados ao sono pelos
consoladores com seus remédios. Quando a mente perde a sua limitação
egoísta, dá-se então, aquele movimento da vida, o perpetuo vir a ser, em que não existe a sombra da morte.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Significado da morte nas diferentes religiões
BUDISMO
Para os budistas,
a morte é a única certeza. "Se
nos lembrarmos da inevitabilidade da morte, geraremos o desejo de usar nossa
preciosa vida humana de modo significativo", diz Ani-la Kelsang
Pälsang, do Centro Budista Mahabodhi.
CATOLICISMO
Para os
católicos, a morte é uma passagem. "Não existem mortos, mas vivos e
ressuscitados. O Senhor nos toca e nos reerguemos para a vida eterna", diz
o padre Paulo Crozera, coordenador da pastoral Universitária da PUC-Campinas.
ESPIRITISMO
Para os
seguidores do espiritismo, a morte não existe. O espírito usa o corpo físico
como instrumento para se aprimorar. "O
corpo é uma veste e a reencarnação serve para o espírito evoluir",
diz Ana Gaspar, das Casas André Luiz.
ISLAMISMO
Para os
seguidores do islamismo, a morte é uma passagem desta vida para outra eterna. "Quem fizer o bem será julgado por Deus
e vai para o paraíso. Quem fizer o mal também será julgado e irá para o
inferno", diz Abdul Nasser, secretário-geral da Liga Juventude
Islâmica do Brasil.
Os muçulmanos
acreditam que o corpo após a morte não significa mais nada, mas a alma continua
tendo valor. A morte se dá, portanto, quando o corpo se separa da alma.
JUDAISMO
Para os judeus, a
morte não é o final da vida, apenas o fim do corpo, da matéria. "A verdadeira pessoa, que é a alma, é
eterna", diz o rabino Avraham Zajac.
PROTESTANTISMO
Os protestante
acreditam que a morte é apenas uma passagem para outra vida e não aceitam a
reencarnação.
"O movimento protestante acredita na próxima vida, mas em comunhão
com Deus. Falar na vida eterna da alma é limitado porque acreditamos na
ressurreição do corpo", diz o
pastor da Igreja Metodista Fernando Marques.
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